Muitas indústrias enfrentam o mesmo cenário:
o queimador industrial é novo, tecnicamente robusto, mas a operação continua apresentando alto consumo, instabilidade de chama, paradas frequentes e ajustes constantes.
O erro mais comum é acreditar que o problema está no equipamento em si.
Na prática, o problema quase nunca é só o queimador — é a forma como ele foi escolhido e aplicado.
Neste artigo, você vai entender:
- por que queimadores industriais “bons” falham na prática,
- quais erros técnicos geram prejuízo recorrente,
- e como transformar o queimador em ganho real de eficiência e estabilidade, com critérios técnicos corretos.
A dor real de quem compra queimador industrial
Quem compra queimador industrial geralmente busca três coisas:
- Reduzir consumo de combustível
- Ganhar estabilidade no processo
- Eliminar risco operacional
Quando isso não acontece, surgem sintomas clássicos:
- consumo maior do que o esperado
- chama instável
- falhas de ignição
- desarmes frequentes
- necessidade de ajustes manuais
Isso não é normal e não deve ser tratado como “característica do processo”.
O erro nº1: tratar queimador industrial como commodity
Um erro recorrente no mercado é comparar queimadores apenas por:
- potência nominal
- tipo de combustível
- preço
Ignorar fatores como:
- regime de operação
- variação de carga
- tipo de controle
- integração com o processo
- segurança e repetibilidade
leva a escolhas tecnicamente inadequadas, mesmo com equipamentos de alto valor.
Queimador industrial não é peça genérica. É engenharia aplicada ao processo.
Por que queimadores industriais falham mesmo sendo “bons”
Mesmo queimadores de alto nível podem falhar quando:
🔧 São mal dimensionados
Superdimensionamento gera:
- operação fora do ponto ideal
- ciclos de liga/desliga
- instabilidade e desperdício
Subdimensionamento gera:
- esforço excessivo
- falhas de chama
- risco operacional
Operam com controle inadequado
Processos com variação térmica usando:
- queimadores de estágio fixo
- controle simples
sofrem com:
- picos de temperatura
- instabilidade
- maior consumo específico
Não passam por ajuste fino e comissionamento
Queimadores “instalados e ligados”:
- funcionam
- mas fora da faixa ideal de eficiência
Sem ajuste fino:
- excesso de ar
- perda térmica
- consumo elevado
O impacto financeiro de uma compra mal aplicada
O prejuízo não aparece na nota fiscal, mas no dia a dia:
- conta de gás elevada todos os meses
- manutenção corretiva recorrente
- perda de produção por instabilidade
- redução da vida útil dos componentes
Em médio prazo, o custo operacional supera facilmente o valor do equipamento.
Como transformar o queimador industrial em ganho real de eficiência
Começa com diagnóstico técnico do processo
Antes de escolher o queimador, é essencial avaliar:
- demanda térmica real
- perfil de carga
- tipo de processo (contínuo ou intermitente)
- combustível disponível
- nível de estabilidade exigido
Sem isso, qualquer compra é tentativa.
Escolha de tecnologia compatível com o processo
A definição entre:
- monobloco
- duobloco
- modulante
não é estética nem comercial — é funcional e estratégica.
Aplicação correta do queimador
Aqui está o ponto crítico:
O mesmo queimador pode ser extremamente eficiente ou extremamente problemático, dependendo da aplicação.
Onde entra o ganho comercial com queimadores Baltur
Queimadores industriais Baltur são reconhecidos mundialmente por:
- precisão no controle de combustão
- estabilidade de chama
- robustez construtiva
- segurança operacional
Mas o verdadeiro diferencial comercial está em dois pontos:
1. Tecnologia que permite eficiência real
A engenharia Baltur oferece:
- ampla faixa de modulação
- controle preciso ar/combustível
- repetibilidade operacional
Isso viabiliza economia, desde que corretamente aplicado.
2. Menor custo total de operação (TCO)
Quando bem dimensionado e ajustado, um queimador Baltur entrega:
- menor consumo específico
- menos paradas
- menor desgaste
- maior vida útil
O ganho não está no preço de compra, mas no custo evitado ao longo do tempo.
O papel da PS Combustão nessa equação
Na PS Combustão, o queimador não é vendido como produto isolado.
Nossa atuação envolve:
- análise técnica do processo
- indicação do queimador Baltur correto
- aplicação conforme o regime de operação
- ajuste fino e comissionamento
O objetivo é simples:
fazer o queimador entregar exatamente o que a indústria espera dele.
Se um queimador industrial não entrega eficiência, estabilidade e segurança, o problema não é “azar na compra” — é falta de critério técnico na escolha e aplicação.
Quando o queimador correto é aplicado ao processo certo, com engenharia e responsabilidade, ele deixa de ser custo e se torna ativo estratégico da operação.

